A disputa de 2026 já está em curso no terreno da comunicação. Quem organiza narrativa, ritmo e prova social antes, chega mais forte no período oficial.
Três vetores importam agora: consistência de mensagem, velocidade de resposta e capacidade de transformar tema técnico em linguagem popular.
Na prática, campanha competitiva não nasce na propaganda; nasce na rotina de conteúdo, posicionamento e distribuição.
A eleição premia quem consegue ser compreendido antes de ser lembrado.
Gabriel Filipe
Cientista político e consultor em marketing político